Thomas era um jovem rapaz que sonhava viver dias melhores, ele sonhava com estes dias, ele fazia planos. Nascido e criado em uma pequena cidade o jovem escritor passava os dias a pensar, o jovem escritor passava os dias a escrever, passava os dias a imaginar.
Muitas vezes recluso ao mundo, recluso as pessoas e inevitavelmente recluso as conversas Thomas criara o próprio mundo.
Como todo jovem ele conquistara e conhecia algumas mulheres, o fato é que o jovem escritor já não mais se interessava pelo lado boêmio da vida, o jovem Thomas havia encontrado uma mulher, e ela era bela, inteligente e independente. Thomas podia jurar que ela sim era diferente.
Quando ele a conheceu melhor e mais escreveu. As idéias fluíam como um rio com alta vazão. O jovem Thomas que sempre fora fechado pra ela abria os seus pensamentos e a ela devotava um sentimento. Ele sempre fora um sonhador. Pobre escritor.
Thomas a adorava e isto é fato. Thomas a idealizava, outro fato e mais ainda inegável diante de toda a admiração pela incrível mulher. Quando ele a conheceu menos bebeu, menos festou e menos ainda cortejou. Ele lamentava a distancia e sempre que podia derramava palavras em exuberância, fazia de sua sublime companheira a rainha mais que perfeita. Thomas era assim, ele sempre fora assim.
Na academia o jovem Thomas estudava algo que pouco lhe serviria em sua futura e promissora carreira como escritor, na academia ele atrasava e enterrava os próprios sonhos, embora amasse o que estudava. Mas, o jovem escritor queria a liberdade, o jovem Thomas queria espaço, um pouco mais de tempo e ainda mais estar na companhia de sua rainha. Por mil vezes repetindo, Thomas sempre fora um sonhador.
Porem em certo dia o jovem escritor acordou e pensou:
-... Se nesta pequena cidade estou e aqui poucos me dão valor, daqui eu devo partir. Talvez eu deva ir á cidade grande, em direção a capital eu vou. Encontrar a minha nobre rainha que lá está e publicar as minhas obras e da minha arte viver e produzir. É isto, isto é o que vou fazer. Por um futuro incerto e a certeza de que estou fazendo o meu melhor, pra lá eu vou encontrar a minha rainha. Eu sei que ela me apóia com as suas doces palavras. Eu quero ir viver na capital.
Thomas sabia da certeza que sentia nos ossos e ainda mais em seu âmago.
-... Este sacrifício me valerá sobre dois aspectos, mostrará se eu realmente posso escrever e principalmente me mostrará se a minha doce rainha eu posso conquistar á cada dia e assim sucessivamente dia após dia.
Enquanto o vento que descia do sul lhe esfriava as costas o jovem Thomas estava a pensar e idealizar sentado na areia da praia em frente ao mar o exato momento em que ela encontrar, assim ele dirá:
-... Doce rainha, minha amiga confidente, pois aqui eu estou e aqui inicio uma nova etapa em minha vida. Estar com você.
Muitas vezes recluso ao mundo, recluso as pessoas e inevitavelmente recluso as conversas Thomas criara o próprio mundo.
Como todo jovem ele conquistara e conhecia algumas mulheres, o fato é que o jovem escritor já não mais se interessava pelo lado boêmio da vida, o jovem Thomas havia encontrado uma mulher, e ela era bela, inteligente e independente. Thomas podia jurar que ela sim era diferente.
Quando ele a conheceu melhor e mais escreveu. As idéias fluíam como um rio com alta vazão. O jovem Thomas que sempre fora fechado pra ela abria os seus pensamentos e a ela devotava um sentimento. Ele sempre fora um sonhador. Pobre escritor.
Thomas a adorava e isto é fato. Thomas a idealizava, outro fato e mais ainda inegável diante de toda a admiração pela incrível mulher. Quando ele a conheceu menos bebeu, menos festou e menos ainda cortejou. Ele lamentava a distancia e sempre que podia derramava palavras em exuberância, fazia de sua sublime companheira a rainha mais que perfeita. Thomas era assim, ele sempre fora assim.
Na academia o jovem Thomas estudava algo que pouco lhe serviria em sua futura e promissora carreira como escritor, na academia ele atrasava e enterrava os próprios sonhos, embora amasse o que estudava. Mas, o jovem escritor queria a liberdade, o jovem Thomas queria espaço, um pouco mais de tempo e ainda mais estar na companhia de sua rainha. Por mil vezes repetindo, Thomas sempre fora um sonhador.
Porem em certo dia o jovem escritor acordou e pensou:
-... Se nesta pequena cidade estou e aqui poucos me dão valor, daqui eu devo partir. Talvez eu deva ir á cidade grande, em direção a capital eu vou. Encontrar a minha nobre rainha que lá está e publicar as minhas obras e da minha arte viver e produzir. É isto, isto é o que vou fazer. Por um futuro incerto e a certeza de que estou fazendo o meu melhor, pra lá eu vou encontrar a minha rainha. Eu sei que ela me apóia com as suas doces palavras. Eu quero ir viver na capital.
Thomas sabia da certeza que sentia nos ossos e ainda mais em seu âmago.
-... Este sacrifício me valerá sobre dois aspectos, mostrará se eu realmente posso escrever e principalmente me mostrará se a minha doce rainha eu posso conquistar á cada dia e assim sucessivamente dia após dia.
Enquanto o vento que descia do sul lhe esfriava as costas o jovem Thomas estava a pensar e idealizar sentado na areia da praia em frente ao mar o exato momento em que ela encontrar, assim ele dirá:
-... Doce rainha, minha amiga confidente, pois aqui eu estou e aqui inicio uma nova etapa em minha vida. Estar com você.
3 comentários:
Nossa, sinceramente achei maravlhoso este post.
Achei linda a maneira que você retratou e comentou sobre um rapaz jovem que está afim e passar sua vida com uma mulher pefeita para concepção dele. A maneira que você a nomeou (que na realidade é um sentimento de Thomas) de rainha, deixa a perceber seu lado extremamene pensativo e sentimental.
Ótimo escritor, está de parabéns.
Á, só para constar, estou seguindo. Beijos.
Mudar de vida é sempre bom, ainda mais com nossas rainhas...rs
Bruno Costa
www.costabbade.blogspot.com
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