08/12/08

O conto de um jovem senil

- Outrora fui forte. Fui destemido, em alguns momentos quis a imortalidade. Percebendo de que só o que poderia ferir-me era a morte daqueles no qual julgava possuir a vida eterna. Seguia forte, ávido em mostrar o quão imortal pode ser um sentimento. Uma idéia e um alguém.

Viver consistia em observar às vezes a rotina dos outros ao redor, dos seguintes indivíduos que passarão ou já passaram sem deixar um legado, a própria marca. – Visionários, desajustados, jovens, velhos, pedreiros, juizes, professores...

Enquanto refletia no conforto da solidão nas milhares de horas passadas a observar aqueles no qual daria a vida para proteger. Sentir-se útil, trocar uma misera lâmpada queimada que outrora irradiou toda uma energia ou todo um potencial. Onde batalhava nos conflitos envolvidos com a minha teimosia, com a teimosia dos outros... – Às vezes tudo o que queremos é ser notado, amado, compreendido e questionado. E a fé, precisa acreditar em uma força sobre-humana? – Eu confio! – Acredite no que desejar, afinal todo o universo é o seu Deus. Somente a esperança e o desejo daquilo no qual focamos os objetivos pode ser o alicerce, a ferramenta ou o caminho da união social. – Seja você latino, eu sou; grego, asiático... – Não reclame, por favor, pois eu reclamo demais, mas isto não pode bastar a você. Seja autônomo e coletivista.

Por fim é preciso lamentar tudo o que perdemos, pois tu já és um vencedor lendo este trecho de algo inacabado. Tu tens a ferramenta para o conhecimento, a compreensão. Sejamos francos, estamos vivos. Vamos à luta. Andando.

1 comentários:

Gabriella disse...

Ah... Realmente muito interessante, gostei mesmo ^^ Parabens pelo blog.