Foi maravilhoso o dia 2 de outubro para o Brasil, uma data histórica e provavelmente inigualável como autopromoção.
Vencer metrópoles urbanas como Madri e Chicago, fez o mundo entender significativamente a atual situação financeira do Brasil. Esta terra de contrastes que irá sediar em apenas uma década uma Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, esta é a terra de passos e sonhos gigantescos, passos largos estes que haverão de bancar os dois maiores e valorosos eventos do planeta. Este é o atual Brasil, capaz de bancar toda esta ostentação. Isto não é pessimismo ou “ser do contra”, como diz o presidente Luis Inácio Lula da Silva, é racionalidade. É pensar se todo o sacrifício e suor deste povo que transformados em capital deva ser investido em praças esportivas, neste momento.
... Mas e o povo, onde ficará a grande fatia de pobres deste país? ... Bilhões serão gastos, bilhões de dólares, isto é muito dinheiro para ser gasto com praças esportivas. Mas, de onde irá sair todo este capital para tais investimentos “monstruosos”, esperemos que não saia do bolso e do suor dos contribuintes.
É interessante pensar que para tais eventos existe um poderoso Brasil, um país repleto de capital e coragem para investir em luxuosas praças esportivas, mesmo quando se comprova a cada dia a necessidade de se construir hospitais, escolas públicas maiores, maiores investimentos em segurança pública, reforma agrária e uma “pá” de outros problemas neste país. É, realmente este Brasil é um país de contrastes.
Todo este sentimento viral é muito bonito, temos de admitir, mas custará demasiadamente o suor dos trabalhadores deste país. Mas, como isto é possível? ... É simples, este Brasil consegue ser uma das dez maiores economias do mundo e também consegue a proeza de possuir um dos piores IDH [índice de desenvolvimento humano] do planeta. Amém ao governo federal.
Agora seja você leitor um patriota, reflita seriamente, o que você entende por necessidade imediata neste país?
- Acredito que antes de o Brasil aventurar-se nesta “jornada olímpica”, precisa-se antes de qualquer outra coisa, e de forma urgente e coesa a manutenção social deste Brasil, neste Brasil que ainda permite que alguns de seus filhos passem fome.
Assim, acordemos para a realidade, pois vivemos sim em um país rico, mas que é povoado por pobres em sua grande parte.
O povo brasileiro precisa de apoio do estado, precisa de emprego, melhores hospitais, escolas e estrutura urbana... O povo brasileiro precisa destes serviços por critérios objetivos, trabalhamos e pagamos por estes serviços.
O Brasil que queremos não pode sediar os jogos olímpicos neste momento, pois este país ainda tem muitos problemas a serem resolvidos, antes de tal realização. Agora imagine todos os recursos destinados aos jogos olímpicos investidos neste país, investidos em estrutura, investidos em Educação.
Antes de esbanjarmos até o ano de 2016. Ainda é mais preocupante o fato de o carnê desta obra ser quitado depois dos jogos. Serão quantas décadas pagando por este devaneio?
Um verdadeiro patriota irá preferir a saúde e a educação de seus filhos. O verdadeiro patriota irá defender a idéia de que o país precisa de educadores mais instruídos e não de estádios e arenas paisagísticas. O verdadeiro patriota irá preterir estes gastos. É um sacrifício valido, deixemos de inflar os nossos egos por um futuro mais digno para os nossos filhos e netos.
Enfim, sediar os jogos olímpicos de 2016 é um grande passo, um grande passo inoportuno para este Brasil.
04/10/09
15/09/09
A alforria do direito de indignar-se
Jornalista que lançou sapatos em Bush deixa a prisão
Muntazer al-Zaidi cumpriu nove meses de prisão.Segundo um irmão, ele fará tratamento médico.
O jornalista iraquiano Muntazer al- Zaidi, que jogou seus sapatos na direção do ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, em dezembro de 2008, em Bagdá, foi libertado nesta terça-feira (15), após nove meses de prisão.
[Declaração de Muntazer al- Zaidi ]
"Eles não impedirão esforços para me buscar como um insurgente revolucionário", disse ele em entrevista à rede de TV em que trabalhava. Ao deixar a penitenciária ele afirmou ainda que o primeiro-ministro iraquiano lhe deve um pedido de desculpas. "No momento em que o primeiro-ministro Nuri Al Maliki afirmava às redes de televisão que não dormiria até que tivesse garantias de meu destino, eu era torturado da pior maneira, agredido com cabos elétricos e barras de ferro", declarou o repórter.
Fonte da noticia: Do G1, com agências internacionais *
Após nove meses de prisão foi liberto o heróico iraquiano que chocou o mundo positivamente ao lançar seus sapatos em Bush, o jornalista que hoje é uma grande referencia no mundo muçulmano por sua coragem e dignidade está livre. Finalmente. Desde 2003 o ex-presidente estadunidense G. W. Bush lançou sobre o povo iraquiano toda a sua ganância sanguinária, não houve guerra no Iraque, houve um massacre, onde apenas um mês passado as tropas de coalizão já haviam tomado a capital do Iraque. Isto não é guerra.
Analisando de forma racional pensemos desta forma, passados cinco anos de invasão, humilhação e assassinatos de civis inocentes o povo iraquiano ganhou voz através de Muntazer al- Zaidi, o povo iraquiano pode mostrar realmente como se sente. Não houve crime, o nosso heróico jornalista iraquiano fez o seu papel de cidadão que ama o seu país, a sua terra e respeita principalmente os princípios religiosos.
Não bastasse todo o sangue e humilhação dentro dos limites geográficos do Iraque o ex-presidente G. W. Bush junto de sua arrogância decidiu gerar um ultimo insulto ao povo do Iraque, quando pisou na terra daqueles onde outrora patrocinou a morte, patrocinou a destruição de um país já arrasado pelo despotismo. A maior demonstração de honestidade, sobriedade e civilidade foi o ato do nosso herói iraquiano quando lançou seus sapatos em Bush, o jovem trabalhador iraquiano quis mostrar ao mundo que ali ele não precisaria explodir-se para protestar, ele humilhou publicamente o ex-presidente estadunidense, insultando-o ao lançar seus sapatos. Muntazer al- Zaidi tu és um herói, é de cidadãos da sua idoneidade e integridade que o Brasil precisa. O povo do Iraque sempre lhe será grato pelo seu mais alto gesto de nobreza pelo seu país.
Em nota quem deveria estar preso pelos seus crimes de guerra é George W. Bush, mas até ele a justiça não chegará assim como chegou até Saddam Hussain. Nesta terça-feira o mundo recebeu uma excelente noticia a noticia da libertação de um herói popular, um cidadão digno de condecorações. Porem o mundo deve ficar alerta, pois Muntazer al- Zaidi pode sofrer retaliações fora da prisão através de agencias estatais estadunidenses, é obrigação de todos os chefes de estado proteger este trabalhador iraquiano já que existem poucos heróis no mundo de hoje.
Muntazer al-Zaidi cumpriu nove meses de prisão.Segundo um irmão, ele fará tratamento médico.
O jornalista iraquiano Muntazer al- Zaidi, que jogou seus sapatos na direção do ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, em dezembro de 2008, em Bagdá, foi libertado nesta terça-feira (15), após nove meses de prisão.
[Declaração de Muntazer al- Zaidi ]
"Eles não impedirão esforços para me buscar como um insurgente revolucionário", disse ele em entrevista à rede de TV em que trabalhava. Ao deixar a penitenciária ele afirmou ainda que o primeiro-ministro iraquiano lhe deve um pedido de desculpas. "No momento em que o primeiro-ministro Nuri Al Maliki afirmava às redes de televisão que não dormiria até que tivesse garantias de meu destino, eu era torturado da pior maneira, agredido com cabos elétricos e barras de ferro", declarou o repórter.
Fonte da noticia: Do G1, com agências internacionais *
Após nove meses de prisão foi liberto o heróico iraquiano que chocou o mundo positivamente ao lançar seus sapatos em Bush, o jornalista que hoje é uma grande referencia no mundo muçulmano por sua coragem e dignidade está livre. Finalmente. Desde 2003 o ex-presidente estadunidense G. W. Bush lançou sobre o povo iraquiano toda a sua ganância sanguinária, não houve guerra no Iraque, houve um massacre, onde apenas um mês passado as tropas de coalizão já haviam tomado a capital do Iraque. Isto não é guerra.
Analisando de forma racional pensemos desta forma, passados cinco anos de invasão, humilhação e assassinatos de civis inocentes o povo iraquiano ganhou voz através de Muntazer al- Zaidi, o povo iraquiano pode mostrar realmente como se sente. Não houve crime, o nosso heróico jornalista iraquiano fez o seu papel de cidadão que ama o seu país, a sua terra e respeita principalmente os princípios religiosos.
Não bastasse todo o sangue e humilhação dentro dos limites geográficos do Iraque o ex-presidente G. W. Bush junto de sua arrogância decidiu gerar um ultimo insulto ao povo do Iraque, quando pisou na terra daqueles onde outrora patrocinou a morte, patrocinou a destruição de um país já arrasado pelo despotismo. A maior demonstração de honestidade, sobriedade e civilidade foi o ato do nosso herói iraquiano quando lançou seus sapatos em Bush, o jovem trabalhador iraquiano quis mostrar ao mundo que ali ele não precisaria explodir-se para protestar, ele humilhou publicamente o ex-presidente estadunidense, insultando-o ao lançar seus sapatos. Muntazer al- Zaidi tu és um herói, é de cidadãos da sua idoneidade e integridade que o Brasil precisa. O povo do Iraque sempre lhe será grato pelo seu mais alto gesto de nobreza pelo seu país.
Em nota quem deveria estar preso pelos seus crimes de guerra é George W. Bush, mas até ele a justiça não chegará assim como chegou até Saddam Hussain. Nesta terça-feira o mundo recebeu uma excelente noticia a noticia da libertação de um herói popular, um cidadão digno de condecorações. Porem o mundo deve ficar alerta, pois Muntazer al- Zaidi pode sofrer retaliações fora da prisão através de agencias estatais estadunidenses, é obrigação de todos os chefes de estado proteger este trabalhador iraquiano já que existem poucos heróis no mundo de hoje.
01/09/09
Abrace o país
A incansável luta por direitos nos faz acreditar que ainda é possível moralizar a classe política nacional. O que assistimos nas últimas semanas através dos meios de comunicação sobre o caso Sarney foi à grande verdade sobre a política no Brasil, um circo.
Ainda é preciso deixar claro que não são todos os políticos os culpados sobre esta situação, pois ainda há políticos que trabalham pelo interesse do povo, porém esta parcela de bons políticos cada vez mais aparenta ser mínima.
O povo protestou, as pessoas foram às ruas e marcharam até Brasília. A sociedade gritou, exclamou toda a sua indignação exigindo a queda de Sarney, mas isto não pode acontecer no país da pizza. O presidente do senado não caiu. Um senhor de idade que teve exposta toda a sua vergonha.
O Brasil não precisa de uma classe política especializada em fabricar e conceber tramóias, o país precisa de pessoas dispostas a abraçar uma causa honesta, uma missão repleta de virtudes e honrarias, demonstrando que isto é governar o Brasil.
Caíram ACM e Severino, mas o senador Sarney não caiu. Por quê? A grande pergunta é, qual será o próximo escândalo no senado?
É preciso ter uma certeza, haverá sim outro escândalo, assim que José Sarney deixar o seu posto no senado. É preciso deixar claro que não importa de qual partido virá o próximo escândalo político vergonhoso nacional, não importa qual figura publica será exposta devido as suas molecagens, eles continuarão no poder causando dor, sofrimento e vergonha ao povo brasileiro.
Os senhores deputados, senadores, vereadores, prefeitos, laranjas e afins são intocáveis neste sistema “politiqueiro” brasileiro. Estes senhores adoram a desordem, a fome e a falência do país.
Agora fiquemos alerta em relação ao próximo escândalo federal, pois haverá de acontecer outro em breve. Isto não é uma profecia e não tem graça, pois já é corriqueiro neste país. Infelizmente.
Ainda é preciso deixar claro que não são todos os políticos os culpados sobre esta situação, pois ainda há políticos que trabalham pelo interesse do povo, porém esta parcela de bons políticos cada vez mais aparenta ser mínima.
O povo protestou, as pessoas foram às ruas e marcharam até Brasília. A sociedade gritou, exclamou toda a sua indignação exigindo a queda de Sarney, mas isto não pode acontecer no país da pizza. O presidente do senado não caiu. Um senhor de idade que teve exposta toda a sua vergonha.
O Brasil não precisa de uma classe política especializada em fabricar e conceber tramóias, o país precisa de pessoas dispostas a abraçar uma causa honesta, uma missão repleta de virtudes e honrarias, demonstrando que isto é governar o Brasil.
Caíram ACM e Severino, mas o senador Sarney não caiu. Por quê? A grande pergunta é, qual será o próximo escândalo no senado?
É preciso ter uma certeza, haverá sim outro escândalo, assim que José Sarney deixar o seu posto no senado. É preciso deixar claro que não importa de qual partido virá o próximo escândalo político vergonhoso nacional, não importa qual figura publica será exposta devido as suas molecagens, eles continuarão no poder causando dor, sofrimento e vergonha ao povo brasileiro.
Os senhores deputados, senadores, vereadores, prefeitos, laranjas e afins são intocáveis neste sistema “politiqueiro” brasileiro. Estes senhores adoram a desordem, a fome e a falência do país.
Agora fiquemos alerta em relação ao próximo escândalo federal, pois haverá de acontecer outro em breve. Isto não é uma profecia e não tem graça, pois já é corriqueiro neste país. Infelizmente.
10/08/09
A coluna indiscreta do nepotismo
No Brasil infelizmente não podemos nos orgulhar da forma de como se pratica a política. Existem meandros obscuros, legisladores obscuros, ou a submissão popular que consegue ser tão obscura quanto às demais citadas.
Praticamente em todos os dias podemos ouvir, ou podemos ver a imunda pratica do nepotismo, onde pessoas imorais dão “serviço” a outras pessoas imorais. Em meias palavras, “gente sem vergonha”.
Um deputado tem para si muitos benefícios, benefícios estes que ele sozinho mal pode administrar. Então, ocorre a partir desta “mamata” a premissa de poder, ocorre à sensação de impunidade, ou seja, por mais ilegalidades que um político possa cometer ele está a salvo, está alem dos limites da justiça. Em meias palavras, “o corrupto está acima da lei”.
Não bastasse a corrupção, não bastasse à impunidade, não bastasse à inconseqüência odiosa, não bastasse à imunidade parlamentar, “eles” retiram dos cidadãos trabalhadores a oportunidade de ingressar no servidorismo publico através de meios e processos legais.
O que realmente é mais espantoso são a facilidade e a tranqüilidade que estes corruptos possuem quando procuram se defender, quando acusados da pratica de nepotismo.
Assim, esta pratica não vai acabar enquanto os cidadãos não colocarem o seu desgosto com a política brasileira em protesto, fazendo passeatas, movimentos, ou simplesmente fazer valer os direitos civis.
Enfim, quando o povo brasileiro vai compreender que um cidadão não pode ser refém dos deveres?
Então, se isto é uma democracia o povo brasileiro ainda possui o direito de ser respeitado e o principal deles é o de ser mais bem tratado pelos senhores nepotistas de gabinete.
Observação: A culpa de toda esta bagunça “corruptiva” legalizada é nossa. Façamos algo, rápido.
Praticamente em todos os dias podemos ouvir, ou podemos ver a imunda pratica do nepotismo, onde pessoas imorais dão “serviço” a outras pessoas imorais. Em meias palavras, “gente sem vergonha”.
Um deputado tem para si muitos benefícios, benefícios estes que ele sozinho mal pode administrar. Então, ocorre a partir desta “mamata” a premissa de poder, ocorre à sensação de impunidade, ou seja, por mais ilegalidades que um político possa cometer ele está a salvo, está alem dos limites da justiça. Em meias palavras, “o corrupto está acima da lei”.
Não bastasse a corrupção, não bastasse à impunidade, não bastasse à inconseqüência odiosa, não bastasse à imunidade parlamentar, “eles” retiram dos cidadãos trabalhadores a oportunidade de ingressar no servidorismo publico através de meios e processos legais.
O que realmente é mais espantoso são a facilidade e a tranqüilidade que estes corruptos possuem quando procuram se defender, quando acusados da pratica de nepotismo.
Assim, esta pratica não vai acabar enquanto os cidadãos não colocarem o seu desgosto com a política brasileira em protesto, fazendo passeatas, movimentos, ou simplesmente fazer valer os direitos civis.
Enfim, quando o povo brasileiro vai compreender que um cidadão não pode ser refém dos deveres?
Então, se isto é uma democracia o povo brasileiro ainda possui o direito de ser respeitado e o principal deles é o de ser mais bem tratado pelos senhores nepotistas de gabinete.
Observação: A culpa de toda esta bagunça “corruptiva” legalizada é nossa. Façamos algo, rápido.
02/08/09
Um sacrifício não vale por dois
Thomas era um jovem rapaz que sonhava viver dias melhores, ele sonhava com estes dias, ele fazia planos. Nascido e criado em uma pequena cidade o jovem escritor passava os dias a pensar, o jovem escritor passava os dias a escrever, passava os dias a imaginar.
Muitas vezes recluso ao mundo, recluso as pessoas e inevitavelmente recluso as conversas Thomas criara o próprio mundo.
Como todo jovem ele conquistara e conhecia algumas mulheres, o fato é que o jovem escritor já não mais se interessava pelo lado boêmio da vida, o jovem Thomas havia encontrado uma mulher, e ela era bela, inteligente e independente. Thomas podia jurar que ela sim era diferente.
Quando ele a conheceu melhor e mais escreveu. As idéias fluíam como um rio com alta vazão. O jovem Thomas que sempre fora fechado pra ela abria os seus pensamentos e a ela devotava um sentimento. Ele sempre fora um sonhador. Pobre escritor.
Thomas a adorava e isto é fato. Thomas a idealizava, outro fato e mais ainda inegável diante de toda a admiração pela incrível mulher. Quando ele a conheceu menos bebeu, menos festou e menos ainda cortejou. Ele lamentava a distancia e sempre que podia derramava palavras em exuberância, fazia de sua sublime companheira a rainha mais que perfeita. Thomas era assim, ele sempre fora assim.
Na academia o jovem Thomas estudava algo que pouco lhe serviria em sua futura e promissora carreira como escritor, na academia ele atrasava e enterrava os próprios sonhos, embora amasse o que estudava. Mas, o jovem escritor queria a liberdade, o jovem Thomas queria espaço, um pouco mais de tempo e ainda mais estar na companhia de sua rainha. Por mil vezes repetindo, Thomas sempre fora um sonhador.
Porem em certo dia o jovem escritor acordou e pensou:
-... Se nesta pequena cidade estou e aqui poucos me dão valor, daqui eu devo partir. Talvez eu deva ir á cidade grande, em direção a capital eu vou. Encontrar a minha nobre rainha que lá está e publicar as minhas obras e da minha arte viver e produzir. É isto, isto é o que vou fazer. Por um futuro incerto e a certeza de que estou fazendo o meu melhor, pra lá eu vou encontrar a minha rainha. Eu sei que ela me apóia com as suas doces palavras. Eu quero ir viver na capital.
Thomas sabia da certeza que sentia nos ossos e ainda mais em seu âmago.
-... Este sacrifício me valerá sobre dois aspectos, mostrará se eu realmente posso escrever e principalmente me mostrará se a minha doce rainha eu posso conquistar á cada dia e assim sucessivamente dia após dia.
Enquanto o vento que descia do sul lhe esfriava as costas o jovem Thomas estava a pensar e idealizar sentado na areia da praia em frente ao mar o exato momento em que ela encontrar, assim ele dirá:
-... Doce rainha, minha amiga confidente, pois aqui eu estou e aqui inicio uma nova etapa em minha vida. Estar com você.
Muitas vezes recluso ao mundo, recluso as pessoas e inevitavelmente recluso as conversas Thomas criara o próprio mundo.
Como todo jovem ele conquistara e conhecia algumas mulheres, o fato é que o jovem escritor já não mais se interessava pelo lado boêmio da vida, o jovem Thomas havia encontrado uma mulher, e ela era bela, inteligente e independente. Thomas podia jurar que ela sim era diferente.
Quando ele a conheceu melhor e mais escreveu. As idéias fluíam como um rio com alta vazão. O jovem Thomas que sempre fora fechado pra ela abria os seus pensamentos e a ela devotava um sentimento. Ele sempre fora um sonhador. Pobre escritor.
Thomas a adorava e isto é fato. Thomas a idealizava, outro fato e mais ainda inegável diante de toda a admiração pela incrível mulher. Quando ele a conheceu menos bebeu, menos festou e menos ainda cortejou. Ele lamentava a distancia e sempre que podia derramava palavras em exuberância, fazia de sua sublime companheira a rainha mais que perfeita. Thomas era assim, ele sempre fora assim.
Na academia o jovem Thomas estudava algo que pouco lhe serviria em sua futura e promissora carreira como escritor, na academia ele atrasava e enterrava os próprios sonhos, embora amasse o que estudava. Mas, o jovem escritor queria a liberdade, o jovem Thomas queria espaço, um pouco mais de tempo e ainda mais estar na companhia de sua rainha. Por mil vezes repetindo, Thomas sempre fora um sonhador.
Porem em certo dia o jovem escritor acordou e pensou:
-... Se nesta pequena cidade estou e aqui poucos me dão valor, daqui eu devo partir. Talvez eu deva ir á cidade grande, em direção a capital eu vou. Encontrar a minha nobre rainha que lá está e publicar as minhas obras e da minha arte viver e produzir. É isto, isto é o que vou fazer. Por um futuro incerto e a certeza de que estou fazendo o meu melhor, pra lá eu vou encontrar a minha rainha. Eu sei que ela me apóia com as suas doces palavras. Eu quero ir viver na capital.
Thomas sabia da certeza que sentia nos ossos e ainda mais em seu âmago.
-... Este sacrifício me valerá sobre dois aspectos, mostrará se eu realmente posso escrever e principalmente me mostrará se a minha doce rainha eu posso conquistar á cada dia e assim sucessivamente dia após dia.
Enquanto o vento que descia do sul lhe esfriava as costas o jovem Thomas estava a pensar e idealizar sentado na areia da praia em frente ao mar o exato momento em que ela encontrar, assim ele dirá:
-... Doce rainha, minha amiga confidente, pois aqui eu estou e aqui inicio uma nova etapa em minha vida. Estar com você.
08/07/09
Que tal dar uma chance a vida?
Analise por este ponto:
As pessoas reclamam, reclamam, reclamam e nunca, ou quase nunca fazem algo para modificar aquilo do qual elas tanto protestam. E eu não me excluo desta lista! Ainda possuo bom senso.
Que tal dar uma chance a família?
Eu sempre vejo as pessoas reclamarem dos pais, irmãos, tios e avós... Eu os vejo reclamar por motivos fúteis. Irritantes. Novamente não irei excluir-me deste ponto, afinal, quem nunca caiu sobre brigas com alguém da família? Porém isto é normal. É natural! Todos nós queremos espaço.
Veja assim, enquanto milhões ou até bilhões de pessoas não possuem um lar, uma família, um emprego e uma vida digna para reclamar você está aí reclamando por pouca coisa. [Eu também volto a afirmar].
O que estou tentando expor aqui é que devemos agradecer mais e pedir menos, nós devemos ser mais gentis, mais honestos, participativos e autênticos. Deixemos de seguir modismos, pois este modismo só quer o nosso dinheiro. Sejamos autênticos.
Não tenha preguiça de ler, de ir ao cinema, de convidar aquela pessoa especial para sair. Viva a vida, ela é curta demais pra ser desperdiçada com reclamações e medos. Defenda o seu ponto de vista a qualquer preço, porém pare pra ouvir o ponto de vista alheio. Seja tolerante com o mundo. E depois de alcançar alguns objetivos, não se esqueça de reivindicar os seus direitos, nunca esquecendo os deveres!
É só pensar da seguinte maneira, se você aí tem uma família, não importa se é consangüínea, desde que seja a sua família. Ainda mais além, se tu possuis amigos, amores, coisas boas e também ruíns para afrontar através da mais pura coragem. Encare, a vida quer lhe abraçar. Viver é tão simples, já morrer é difícil e muitas vezes é sofrível demais este processo.
Seja justo com a vida. Eu estou aprendendo todos os dias, um dia após o outro que viver requer paciência, porém requer agressividade, não a agressividade literal, mas sim a atitude de viver. Seja agressivo contra o medo. É fácil de intimidá-lo!
Enfim, este texto é só um relato de alguém que está aprendendo a viver. Pense com carinho na possibilidade de dar uma nova chance à vida. Não precisamos sair por aí dizendo “SIM” a todas as coisas deste mundo, mas podemos dizer “Ok, está certo” para todas as coisas que consideremos oportunas e enriquecedoras em nossas vidas.
Este breve texto é apenas um desabafo, um bom desabafo. Estou vivendo, pois não sei o dia de amanha. E você, dará uma nova chance a sua vida?
A felicidade é o melhor remédio.
As pessoas reclamam, reclamam, reclamam e nunca, ou quase nunca fazem algo para modificar aquilo do qual elas tanto protestam. E eu não me excluo desta lista! Ainda possuo bom senso.
Que tal dar uma chance a família?
Eu sempre vejo as pessoas reclamarem dos pais, irmãos, tios e avós... Eu os vejo reclamar por motivos fúteis. Irritantes. Novamente não irei excluir-me deste ponto, afinal, quem nunca caiu sobre brigas com alguém da família? Porém isto é normal. É natural! Todos nós queremos espaço.
Veja assim, enquanto milhões ou até bilhões de pessoas não possuem um lar, uma família, um emprego e uma vida digna para reclamar você está aí reclamando por pouca coisa. [Eu também volto a afirmar].
O que estou tentando expor aqui é que devemos agradecer mais e pedir menos, nós devemos ser mais gentis, mais honestos, participativos e autênticos. Deixemos de seguir modismos, pois este modismo só quer o nosso dinheiro. Sejamos autênticos.
Não tenha preguiça de ler, de ir ao cinema, de convidar aquela pessoa especial para sair. Viva a vida, ela é curta demais pra ser desperdiçada com reclamações e medos. Defenda o seu ponto de vista a qualquer preço, porém pare pra ouvir o ponto de vista alheio. Seja tolerante com o mundo. E depois de alcançar alguns objetivos, não se esqueça de reivindicar os seus direitos, nunca esquecendo os deveres!
É só pensar da seguinte maneira, se você aí tem uma família, não importa se é consangüínea, desde que seja a sua família. Ainda mais além, se tu possuis amigos, amores, coisas boas e também ruíns para afrontar através da mais pura coragem. Encare, a vida quer lhe abraçar. Viver é tão simples, já morrer é difícil e muitas vezes é sofrível demais este processo.
Seja justo com a vida. Eu estou aprendendo todos os dias, um dia após o outro que viver requer paciência, porém requer agressividade, não a agressividade literal, mas sim a atitude de viver. Seja agressivo contra o medo. É fácil de intimidá-lo!
Enfim, este texto é só um relato de alguém que está aprendendo a viver. Pense com carinho na possibilidade de dar uma nova chance à vida. Não precisamos sair por aí dizendo “SIM” a todas as coisas deste mundo, mas podemos dizer “Ok, está certo” para todas as coisas que consideremos oportunas e enriquecedoras em nossas vidas.
Este breve texto é apenas um desabafo, um bom desabafo. Estou vivendo, pois não sei o dia de amanha. E você, dará uma nova chance a sua vida?
A felicidade é o melhor remédio.
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